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10 de setembro de 2010

Deus existe?

Se existisse algum ser supremo nós não estariamos nos deparando com absurdos como a guerra no Afeganistão, Iraque, o que ocorreu na Bosnia (e está ocorrendo). Se um tal ser existe e cruza os braços ante tais catástrofes então a sua existência simplesmente não me interessa.

Claro, eu tenho razões bem anteriores a estas para não perder o meu tempo com este tópico, mas...

21 de julho de 2008

Curioso?

Viciado em descobertas, Mario Norberto Baibich, 58, ficou a um passo do Prêmio Nobel de Física de 2007. Um colega de pesquisa, o francês Albert Fert, que chefiou o laboratório em que Baibich trabalhava durante seu pós-doutorado, levou o prêmio e a bolada de cerca de US$ 750 mil. Mesmo assim, o brasileiro se sente premiado.

Numa entrevista ao G1:
G1 - Qual o perfil que deve ter o físico?
Baibich - Tem de ser curioso, essa é a primeira coisa. E tem de ter um pouco de rigor científico. O sujeito não pode se conformar com uma meia explicação. Tem de ir até o fim. Como cientista, a pessoa não pode aceitar as coisas. E fora isso, uma boa base em física e matemática ajudam. Mas o essencial é a curiosidade e a dedicação. Descobrir é algo viciante. É disso que vive o físico, de fazer descobertas.

fonte: http://g1.globo.com/

22 de novembro de 2006

(In)Certeza?

Antigamente a Física, ou melhor, a Ciência da Natureza, nos dizia que determinada teoria era verdadeira se através do experimento o resultado fosse exato. A física sempre, em suas equacoes, buscava determinar com exatidão o resultado de experiencias, embora sempre hovessem alguns empecilhos nos reais resultados obtidos por "fatores externos" (como a resistencia do ar, em experimentos de queda livre). Depois do surgimento da Mecânica Quântica tudo foi mudado (reformulado), e hoje sabemos que pra validação de uma teoria é necessária nao a "certeza", mas sim a "aproximação" dos resultados. Por exemplo, suponhamos que "descobrimos" uma determinada teoria e queremos testá-la para saber se está correta. Montamos um experimento e o executamos 100 vezes obtendo 100 resultados, se 86 destes resultados forem iguais ao resultado previsto pela nossa teoria, entao podemos dizer que esta teoria é boa. Vem outra pessoa e formula uma segunda teoria, uma aprimoração da primeira, sendo que esta tem, através da experiencia, 97 dos resultados coerentes. Então podemos dizer que esta eh melhor que a primeira. Assim a ciência vai se tornando cada vez mais forte.

Sabemos hoje que a natureza parece nao saber o que vai acontecer num tempo posterior. Nao sabe o que vai ser do amanhã. Posso grosseiramente dizer que esta limitação é devido à famosa constante de plank. O princípio da Incerteza. Isso tudo é uma característica da natureza das coisas, e nao de limitaçoes dos equipamentos de medida. Apenas sabemos das chances de alguma coisa acontecer, temos uma probabilidade.

Muitas coisa estao sendo discutidas sobre este assunto, mas minha pergunta eh: O QUE A NATUREZA TEM A GANHAR COM ESTA ATITUDE? Será que ela ganha alguma coisa ao nao saber o que vai acontecer amanhã?

28 de junho de 2005

Como tudo surgiu?

Seria muito interessante pensar como tudo surgiu. Big Bang, criacionismo, etc. A existencia de outras vidas, formas de vida diferentes. O primeiro instante de como tudo começou poderia no dar a 'fórmula mágica' do 'jogo' em que estamos inseridos. Será que tudo poderia ser entendido?

Acho que se algum dia TUDO for entendido nós (seres humanos) deixaremos de “viver”, seremos diferentes do que somos hoje. A graça da vida, o porquê da nossa existência está na nossa falta de compreensão do universo.

Creio em Deus, um ser que não conheço, mas CREIO (pelo fato de a natureza ser tão bela!). Entretanto não deixo de ser um evolucionista, ter meu universo (este em que estou inserido), em expansão, em mutação (a evoução e involução constantemente entrelaçadas, uma brincadeira da mãe natu buscando o que acha melhor para ela).

No início existia uma estrutura em formação. Fomos formados por ela, tentamos conhecê-la, tentamos nos conhecer. Talvez de modo perpétuo, mas infinitamente.